LICENCIATURA EM FÍSICA.
EDUCAÇÃO CONTINUADA.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES.
Física Geral e Aplicada
Disciplina: Física, Tempo e Espaço.
Seminário Extra Academia.
Discussões Paralelas.
Direcionamento: Física Médica.
https://vbmaead.fasouza.com.br/_materialaluno/4-13-fisicatempoeespaco.pdf
Tópicos para dissertações:
Seminários –
Notas
1. A Física é, de facto, uma
ciência de extrema importância para todos os avanços tecnológicos que
aconteceram e acontecem no nosso Mundo. Ela está presente em quase todos os
mecanismos, simples e complexos, que utilizamos no nosso quotidiano. Porém, não
foi somente a Física que "criou" a tecnologia, mas sim esta em
conjunto com outras diversas áreas como a Química, a Biologia, as Engenharias,
etc.
2. Segundo Richard Feynman:
"A filosofia da ciência é tão útil para o cientista quanto a ornitologia
para os pássaros." ou, nas palavras de Bertrand Russell: "Ciência é o
que você sabe. Filosofia é o que você não sabe."
3. Teoria, em seu sentido
científico estrito, refere-se à união indissociável de um corpo de idéias
testáveis e falseáveis frente a fatos naturais e do conjunto de todos os fatos
conhecidos; na ausência de contradição, costuma-se especificar apenas o
subconjunto de fatos mais relevantes à teoria em questão. Contudo, mesmo entre
os cientistas, a palavra teoria é muitas vezes usada como referência ao corpo
de ideias apenas, ficando o conjunto de fatos subentendido. Não é difícil
identificar o sentido adequado a cada situação. Contudo este não deve nunca
perder de vista a definição restrita em suas considerações.
4. Embora grande parte dos
resultados e observações experimentais sejam obtidos a partir de experimentos
montados com objetivos pré-definidos, este procedimento está longe de ser um
procedimento exclusivo de obtenção dos dados, fatos e respostas necessários à
construção e evolução das teorias científicas. A invenção e aplicações
decorrentes do laser, a unificação das teorias da eletricidade e o magnetismo
via experiência de Ørsted, e mesmo a aplicação do viagra como estimulante
sexual são exemplos de "surpresas" e implicações inesperadas de
resultados experimentais que não podem ser renegados ao considerar-se possíveis
implicações filosóficas da "objetividade pré-definida" do
procedimento teórico experimental dentro da ciência.
5. Respectivamente nas palavras
de Jacob Bronowski, Thomas Hobbes e Konrad Lorenz: "O homem domina a
natureza não pela força, mas pela compreensão. É por isto que a ciência teve
sucesso onde a magia fracassou: porque ela não buscou um encantamento para
lançar sobre a natureza"; "ciência é o conhecimento das
consequências, e da dependência de um fato em relação a outro."; "A
verdade na ciência pode ser mais bem definida como a hipótese de trabalho mais
adequada para abrir o caminho até a próxima hipótese. É um bom exercício para
um pesquisador livrar-se de uma hipótese favorita todo dia, antes do café da
manhã. Isso o manterá.
TEMA PARA DISCUSSÃO E DEBATE EM
REDE.
Tempo e espaço.
Ver artigo principal: Filosofia
do tempo.
A filosofia do tempo, muitas
vezes indissociada do conceito de espaço como filosofia do espaço e do tempo, é
o ramo da filosofia preocupada com as questões que envolvem a ontologia,
epistemologia e caráter do tempo e do espaço. Embora essas ideias tenham sido
centrais para a filosofia desde o seu início, a filosofia do espaço e do tempo
foi uma inspiração e um aspecto central da filosofia analítica inicial. O
assunto enfoca uma série de questões básicas, incluindo se o tempo e o espaço
existem independentemente da mente, se existem independentemente um do outro, o
que explica o fluxo aparentemente unidirecional do tempo, se existem outros
momentos além do momento atual e perguntas sobre a natureza da identidade
(particularmente a natureza da identidade ao longo do tempo).
Filosofia (do grego Φιλοσοφία, philosophia, literalmente
"amor pela sabedoria" é o estudo de questões gerais e fundamentais sobre
a existência, conhecimento, valores, razão, mente, e linguagem; frequentemente
colocadas como problemas a se resolver. O termo provavelmente foi cunhado por (*NOTA
1 )Pitágoras (c. 570 – 495 a.C.). Os métodos filosóficos incluem o
questionamento, a discussão crítica, o argumento racional e a apresentação
sistemática.
(*NOTA 1 ) Filosofia.
Pitágoras foi, segundo Diógenes
de Laércio, o primeiro a utilizar a palavra «filosofia», que é decomposta em
duas: filo (amizade) e sofia (saber); o filósofo é, portanto, o amigo ou o
amante do saber - esta é a significação com que a palavra aparece também em
Sócrates e Platão. A filosofia é bem representativa da aspiração do ser humano
à sabedoria, quer dizer, à pretensão de reduzir a ignorância e a perplexidade
que sente perante si mesmo e o mundo que o rodeia. Mas o filósofo, na sua
humildade, sabe reconhecer a própria ignorância perante o mistério que, a um só
tempo, o penetra e envolve; sabe, por isso, que não é o detentor do saber, mas
que tão-só aspira a ele, sentindo-se inquieto perante o desafio que os enigmas
da vida e da morte lhe lançam a todo o momento. O início do filosofar é o
espanto que surge no momento em que o homem, abrindo os olhos para o mundo,
percebe que estar vivo é um mistério, é um desafio permanente para o seu ser; o
filósofo que acabou assim de despertar não mais deixará de buscar o sentido do
mundo. Na Antiguidade grega, sobretudo com Sócrates e Platão, na linha de
Pitágoras, a filosofia era essencialmente o desejo de progresso espiritual, de
aperfeiçoamento da alma ou de ascese libertadora em relação às condições do
mundo sensível. Para estes filósofos é, então, uma ânsia, uma aspiração ao
superior, à liberdade que não pode ser encontrada no mundo sensível, mundo de
aparências e opiniões, bem diferente do mundo da verdade que é o objeto do seu
desejo, do seu amor. Neste sentido, e através destes pensadores, a filosofia
ganhou uma dignidade à qual nenhuma outra ciência pode aspirar, pois o objeto
de estudo destas últimas, por muito abrangente que seja, é sempre mínimo se
comparado com o absoluto a que aspira a filosofia. O filósofo, nestes tempos
áureos, devia ser alguém dotado de múltiplas virtudes: a coragem, a temperança
e a justiça (Fédon, 68c-69b). É através do pensamento que a sabedoria pode ser
procurada, por isso os filósofos procuravam exercitar a mente, torná-la sagaz
ao ponto de poder apreender os conceitos mais complexos e mais abstratos. Por
esta razão se dizia que nas Academias platónicas (a Academia era a escola
fundada por Platão, em que se podia aprender a doutrina do mestre) não entrava
quem não fosse geómetra, quer dizer, quem não possuísse já o conhecimento
propedêutico à filosofia, fornecido pelas disciplinas matemáticas, que dava a
destreza necessária à mente do aspirante a filósofo, ou seja, o instrumento
necessário para que ele pudesse acompanhar os altos voos metafísicos ensinados
pelos mestres das Academias. Em Aristóteles, discípulo de Platão, encontra-se a
mesma ideia, mas através da lógica, que depois os medievais propunham como propedêutica
à filosofia. A filosofia, com Aristóteles, define-se como a procura das causas
primeiras. Por muito variados que sejam os sistemas edificados ao longo de dois
milénios e meio por centenas de pensadores, o que os faz mover a todos é sempre
a ânsia de um saber tão completo, ou até tão simples, que possa chegar ao
inatingível, à explicação dos principais problemas colocados ao homem pela
existência: o sentido da vida e da morte.
A filosofia procura uma explicação, procura o sentido do universo, não pode
ser, por isso, confundida com outras formas de saber, como a mística ou as
ciências em geral: a primeira não se preocupa com a explicação, mas com o viver
o transcendente; as segundas são apenas abordagens diferentes de objetos muito
particulares, quer seja o da química, da biologia ou da psicologia. A filosofia
tem por objeto a totalidade, o absoluto e por essa razão se pode dizer que ela
é a ciência das ciências, embora, por essa mesma razão, também se possa
acusá-la de não ser objetiva. Mas é neste paradoxo estimulante que ela vive,
desde a sua origem, bem anterior ao das outras ciências. A filosofia é senhora
de uma tradição da qual valerá citar alguns nomes: Pitágoras, Sócrates, Platão,
Aristóteles, Plotino, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Pedro Hispano,
Mestre Eckhart, Descartes, Espinosa, Leibniz, Kant, Hegel, Fichte, Schelling,
Nietzsche, Bergson, Husserl, Heidegger, Antero de Quental, Sampaio Bruno,
Leonardo Coimbra, Álvaro Ribeiro, José Marinho. Por determinação da UNESCO em
2002, foi instituído o Dia Internacional da Filosofia, que se celebra na
terceira quinta-feira do mês de novembro de cada ano.
Fi·lo·so·fi·a - latim
philosophia, -ae, do grego filosofía, -as; substantivo feminino: 1. Amor pelo
saber, e, particularmente, pela investigação das causas e dos efeitos. 2.
Sistema particular de um filósofo célebre, de uma escola, de uma época. 3.
Elevação do espírito, razão, resignação, que nos coloca acima dos acidentes da
vida, dos falsos preconceitos, do amor das riquezas, etc. 4. Amor ao saber;
sabedoria. Filosofia racional: Psicologia e lógica; Filosofia do conhecimento;
O mesmo que epistemologia. "filosofia", in Dicionário Priberam da
Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021,
https://dicionario.priberam.org/filosofia [consultado em 11-11-2022]. https://www.phil.cam.ac.uk/ https://languages.oup.com/ http://selfpace.uconn.edu/class/percep/SellarsPhilSciImage.pdf Facing
Up to the Problem of Consciousness.
David J. Chalmers. Department of Philosophy - University of Arizona.
Tucson, AZ 85721 chalmers@arizona.edu
- https://www.consc.net/papers/facing.html - Kevin Timpe. Email: ktimpe@nnu.edu
- Northwest Nazarene University - U. S.
A. https://iep.utm.edu/freewill/ http://classics.mit.edu/Plato/republic.html - Author Information: Duncan Pritchard - Email: d.h.pritchard@stir.ac.uk University of Stirling United Kingdom -
Questionamento:
As questões filosóficas clássicas
incluem:
É possível saber qualquer coisa e
provar que se sabe?
O que é mais real?
Os filósofos também colocam
questões mais práticas e concretas, como: Existe uma maneira melhor de se
viver?
É melhor ser justo ou injusto (se
houver como se safar)?
Os seres humanos têm livre
arbítrio?
O QUE É UM BURACO NEGRO? (*NOTA 2
)
O QUE É LENTE GRAVITACIONAL?
(*NOTA 3 )
ALTERAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO. Como
definir? (*(*NOTA 4 )
FORÇA GRAVITACIONAL, alterar o
espaço-tempo em seu torno devido a sua imensa força gravitacional. Como interpretar
na física moderna ou quântica?
(*NOTA 1 )Filosofia
CRÉDITOS/REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
References
1. Akins,
K. 1993. What is it like to be boring and myopic? In (B. Dahlbom, ed.) Dennett
and his Critics. Oxford: Blackwell.
2. Adler,
Mortimer J. (2000). How to Think About the Great Ideas: From the Great Books of
Western Civilization. Chicago, Ill.: Open Court. ISBN 978-0-8126-9412-3
3. Allport,
A. 1988. What concept of consciousness? In (A. Marcel and E. Bisiach, eds.)
Consciousness in Contemporary Science. Oxford: Oxford University Press.
4. Baars,
B.J. 1988. A Cognitive Theory of Consciousness. Cambridge: Cambridge University
Press.
5. Bateson,
G. 1972. Steps to an Ecology of Mind. Chandler Publishing.
6. Block,
N. 1995. On a confusion about the function of consciousness. Behavioral and
Brain Sciences.
7. Block,
N, Flanagan, O. & Güzeldere, G, (eds.) 1996. The Nature of Consciousness:
Philosophical and Scientific Debates. Cambridge, MA: MIT Press.
8. Chalmers,
D.J. 1996. The Conscious Mind. New York: Oxford University Press.
9. Churchland,
P.M. 1995. The Engine of Reason, The Seat of the Soul: A Philosophical Journey
into the Brain. Cambridge, MA: MIT Press.
10. Clark,
A. 1992. Sensory Qualities. Oxford: Oxford University Press.
11. Crick,
F. and Koch, C. 1990. Toward a neurobiological theory of consciousness.
Seminars in the Neurosciences 2:263-275.
12. Crick,
F. 1994. The Astonishing Hypothesis: The Scientific Search for the Soul. New
York: Scribners.
13. Cambridge
University. «Faculty of Philosophy». Faculty of philosophy. University of
Cambridge. Consultado em 28 de março de 2019
14. Chalmers,
David J. (1995). «Facing up to the problem of consciousness». Journal of
Consciousness Studies. 2 (3): 200, 219. Consultado em 28 de março de 2019
15. Contemporary
Skepticism | Internet Encyclopedia of Philosophy». www.iep.utm.edu. Consultado
em 25 de abril de 2016
16. Cohen,
S. (1987). ‘Knowledge, Context, and Social Standards’, Synthese 73, 3-26.
17. Cohen,
S. (1988). ‘How to be a Fallibilist’, Philosophical Perspectives 2, 91-123.
18. Cohen,
S. (1991). ‘Skepticism, Relevance, and Relativity’, Dretske and his Critics,
(ed.) B. McLaughlin, 17-37, Basil Blackwell, Oxford, England.
19. Cohen,
S. (1999). ‘Contextualism, Skepticism, and the Structure of Reasons’,
Philosophical Perspectives 13, 57-90.
20. Cohen,
S. (2000). ‘Contextualism and Skepticism’, Philosophical Issues 10, 94-107.
21. Craig,
E. (1989). ‘Nozick and the Sceptic: The Thumbnail Version’, Analysis 49, 161-2.
22. Craig,
E. (1990). Knowledge and the State of Nature: An Essay in Conceptual Synthesis,
Clarendon Press, Oxford, England.
23. Dennett,
D.C. 1991. Consciousness Explained. Boston: Little, Brown.
24. Davies,
M. (1998). ‘Externalism, Architecturalism, and Epistemic Warrant’, Knowing Our
Own Minds: Essays on Self-Knowledge, (eds.) C. J. G. Wright, B. C. Smith &
C. Macdonald, Oxford University Press, Oxford, England.
25. DeRose,
K. (1995). ‘Solving the Skeptical Problem’, Philosophical Review 104, 1-52.
26. DeRose,
K. (2000). ‘How Can We Know that We’re Not Brains in Vats?’, The Southern
Journal of Philosophy 38, 121-48.
27. Dretske,
F. (1970). ‘Epistemic Operators’, Journal of Philosophy 67, 1007-23.
28. Dretske,
F. (1971). ‘Conclusive Reasons’, Australasian Journal of Philosophy 49, 1-22.
29. Dretske,
F. (1981). ‘The Pragmatic Dimension of Knowledge’, Philosophical Studies 40,
363-78.
30. Dretske,
F. (1991). ‘Knowledge: Sanford and Cohen‘, Dretske and his Critics, (ed.) B.
McLaughlin, 185-96, Basil Blackwell, Oxford, England.
31. Dretske,
F.I. 1995. Naturalizing the Mind. Cambridge, MA: MIT Press.
32. Edelman,
G. 1989. The Remembered Present: A Biological Theory of Consciousness. New
York: Basic Books.
33. Farah,
M.J. 1994. Visual perception and visual awareness after brain damage: A
tutorial overview. In (C. Umilta and M. Moscovitch, eds.) Consciousness and
Unconscious Information Processing: Attention and Performance 15. Cambridge,
MA: MIT Press.
34. Flohr,
H. 1992. Qualia and brain processes. In (A. Beckermann, H. Flohr, and J. Kim,
eds.) Emergence or Reduction?: Prospects for Nonreductive Physicalism. Berlin:
De Gruyter.
35.
Free
Will | Internet Encyclopedia of Philosophy». www.iep.utm.edu. Consultado em 25
de abril de 2016.
36.
Finch,
Alicia and Ted Warfield (1994). “Fatalism: Logical and Theological,” Faith and
Philosophy 16.2: 233-238.
37.
Fumerton,
R. (1990). ‘Metaepistemology and Skepticism’, Doubting: Contemporary
Perspectives on Skepticism, (eds.) M. D. Roth & G. Ross, 57-68, Kluwer
Academic Publishers, Dordrecht, Holland.
38.
Fumerton,
R. (1995). Metaepistemology and Skepticism, Rowman & Littlefield, Lanham,
Maryland.
39.
Finch,
Alicia and Ted Warfield (1998). “The Mind Argument and Libertarianism,” Mind
107: 515-528.
40.
Fischer,
John Martin (1984). “Power Over the Past,” Pacific Philosophical Quarterly 65:
335-350.
41.
Fischer,
John Martin (1994). The Metaphysics of Free Will (Blackwell).
42.
Fischer,
John Martin and Mark Ravizza (1998). Responsibility and Control: A Theory of
Moral Responsibility (Cambridge University Press).
43.
Frankfurt,
Harry (1969). “Alternate Possibilities and Moral Responsibility,” reprinted in
Pereboom, (1997), pages 156-166.
44.
Frankfurt,
Harry (1971). “Freedom of the Will and the Concept of a Person,” reprinted in
Pereboom (1997), pages 167-183.
45. Greco,
John, ed. (2011). The Oxford Handbook of Skepticism 1st ed. [S.l.]: Oxford
University Press. ISBN 978-0-19-983680-2
46. Glymour,
Clark (2015). «Chapters 1–6». Thinking Things Through: An Introduction to
Philosophical Issues and Achievements 2nd ed. [S.l.]: A Bradford Book. ISBN
978-0-262-52720-0
47. Hameroff,
S.R. 1994. Quantum coherence in microtubules: A neural basis for emergent
consciousness? Journal of Consciousness Studies 1:91-118.
48.
Henderson,
Leah (2019). «The problem of induction». Stanford Encyclopedia of Philosophy.
Consultado em 28 de março de 2019
49. Hardin,
C.L. 1992. Physiology, phenomenology, and Spinoza's true colors. In (A.
Beckermann, H. Flohr, and J. Kim, eds.) Emergence or Reduction?: Prospects for
Nonreductive Physicalism. Berlin: De Gruyter.
50. Hill,
C.S. 1991. Sensations: A Defense of Type Materialism. Cambridge: Cambridge
University Press.
51. Hodgson,
D. 1988. The Mind Matters: Consciousness and Choice in a Quantum World. Oxford:
Oxford University Press.
52. Humphrey,
N. 1992. A History of the Mind. New York: Simon and Schuster.
53. Jackendoff,
R. 1987. Consciousness and the Computational Mind. Cambridge, MA: MIT Press.
54. Jackson,
F. 1982. Epiphenomenal qualia. Philosophical Quarterly 32: 127-36.
55. Jackson,
F. 1994. Finding the mind in the natural world. In (R. Casati, B. Smith, and S.
White, eds.) Philosophy and the Cognitive Sciences. Vienna:
H\"older-Pichler-Tempsky.
56. Kirk,
R. 1994. Raw Feeling: A Philosophical Account of the Essence of Consciousness.
Oxford: Oxford University Press.
57. Kripke,
S. 1980. Naming and Necessity. Cambridge, MA: Harvard University Press.
58. Kane,
Robert (1998). The Significance of Free Will (Oxford University Press).
59. Kane,
Robert, ed. (2001). Free Will (Blackwell).
60. Kane,
Robert, ed. (2002). The Oxford Handbook of Free Will (Oxford University Press).
61. Kane,
Robert (2005). A Contemporary Introduction to Free Will (Oxford University
Press).
62. Klein,
P. (1981). Certainty, University of Minnesota Press, Minneapolis.
63. Klein,
P. (1995). ‘Skepticism and Closure: Why the Evil Genius Argument Fails’,
Philosophical Topics 23, 213-36.
64. Kornblith,
H. (2001). Epistemology: Internalism and Externalism, (ed.) Basil Blackwell,
Oxford, England.
65. Levine,
J. 1983. Materialism and qualia: The explanatory gap. Pacific Philosophical
Quarterly 64:354-61.
66. Lewis,
D. 1994. Reduction of mind. In (S. Guttenplan, ed.) A Companion to the
Philosophy of Mind. Oxford: Blackwell.
67. Libet,
B. 1993. The neural time factor in conscious and unconscious events. In (G.R.
Block and J. Marsh, eds.) Experimental and Theoretical Studies of Consciousness
(Ciba Foundation Symposium 174). Chichester: John Wiley and Sons.
68.
[in
Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [consult. 2014-12-20
13:49:01]. Disponível na Internet: http://www.infopedia.pt/$filosofia]
69. Loar,
B. 1990. Phenomenal states. Philosophical Perspectives 4:81-108.
70. Lockwood,
M. 1989. Mind, Brain, and the Quantum. Oxford: Blackwell.
71. McGinn,
C. 1989. Can we solve the mind-body problem? Mind 98:349-66.
72. Metzinger,
T. 1995. Conscious Experience. Paderborn: Sch\"oningh.
73. Nagel,
T. 1974. What is it like to be a bat? Philosophical Review 4:435-50.
74. Nelkin,
N. 1993. What is consciousness? Philosophy of Science 60:419-34.
75. Newell,
A. 1990. Unified Theories of Cognition. Cambridge, MA: Harvard University
Press.
76. Penrose,
R. 1989. The Emperor's New Mind. Oxford: Oxford University Press.
77. Penrose,
R. 1994. Shadows of the Mind. Oxford: Oxford University Press.
78.
Priberam
- Filosofia». Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Consultado em 16 de
novembro de 2019.
79.
Pritchard,
D. H. (2001a). ‘Contextualism, Scepticism, and the Problem of Epistemic
Descent’, Dialectica 55, 327-49.
80.
Pritchard,
D. H. (2001b). ‘Radical Scepticism, Epistemological Externalism, and “Hinge”
Propositions’, Wittgenstein-Studien, 81-105.
81.
Pritchard,
D. H. (2001c). ‘Scepticism and Dreaming’, Philosophia 28, 373-90.
82.
Pritchard,
D. H. (2002a). ‘McKinsey Paradoxes, Radical Scepticism, and the Transmission of
Knowledge across Known Entailments’, Synthese 130, 1-24.
83.
Pritchard,
D. H. (2002b). ‘Radical Scepticism, Epistemological Externalism, and Closure’,
forthcoming in Theoria 69.
84.
Pritchard,
D. H. (2002c). ‘Resurrecting the Moorean Response to Scepticism’, forthcoming
in International Journal of Philosophical Studies 10.
85.
Putnam,
H. (1992). Renewing Philosophy, Harvard University Press, Cambridge,
Massachusetts.
86.
Putnam,
H. (1998). ‘Skepticism’, Philosophie in Synthetischer Absicht (Synthesis in
Mind), (ed.) M. Stamm, 239-68, Klett-Cotta, Stuttguard, Germany.
87. Rosenthal,
D.M. 1996. A theory of consciousness. In (N. Block, O. Flanagan, and G.
Güzeldere, eds.) The Nature of Consciousness. Cambridge, MA: MIT Press.
88. Seager,
W.E. 1991. Metaphysics of Consciousness. London: Routledge.
89. Searle,
J.R. 1980. Minds, brains and programs. Behavioral and Brain Sciences 3:417-57.
90. Searle,
J.R. 1992. The Rediscovery of the Mind. Cambridge, MA: MIT Press.
91. Shallice,
T. 1972. Dual functions of consciousness. Psychological Review 79:383-93.
92. Shannon,
C.E. 1948. A mathematical theory of communication. Bell Systems Technical
Journal 27: 379-423.
93. Sellars,
Wilfrid (1963). Empiricism and the Philosophy of Mind (PDF). [S.l.]: Routledge
and Kegan Paul Ltd. pp. 1, 40
94. Strong's
Greek: 5385. φιλοσοφία (philosophia) -- the love or pursuit of wisdom».
biblehub.com
95. Home
: Oxford English Dictionary». oed.com
96. Strawson,
G. 1994. Mental Reality. Cambridge, MA: MIT Press.
97. Smilansky,
Saul (2000). Free Will and Illusion (Clarendon Press).
98. Strawson,
Galen (1994). “The Impossibility of Moral Responsibility,” Philosophical
Studies 75: 5-24.
99. Strawson,
Peter (1963). “Freedom and Resentment,” reprinted in Pereboom (1997), pages
119-142.
100.
Stump, Eleonore (2003). Aquinas (Routledge).
101.
Sainsbury, R. M. (1997). ‘Easy Possibilities’,
Philosophy and Phenomenological Research 57, 907-19.
102.
Sosa, E. (1999). ‘How to Defeat Opposition to
Moore’, Philosophical Perspectives 13, 141-54.
103.
Sosa, E. (2000). ‘Skepticism and Contextualism’,
Philosophical Issues 10, 1-18.
104.
Stine, G. C. (1976). ‘Skepticism, Relevant
Alternatives, and Deductive Closure’, Philosophical Studies 29, 249-61.
105.
Strawson, P. F. (1985). Skepticism and
Naturalism: Some Varieties, Methuen, London.
106.
Stroll, A. (1994). Moore and Wittgenstein on
Certainty, Oxford University Press, Oxford, England.
107.
Stroud, B. (1984). The Significance of
Philosophical Scepticism, Oxford University Press, Oxford, England.
108.
Stroud, B. (1989). ‘Understanding Human
Knowledge in General’, Knowledge and Scepticism, (eds.) M. Clay & K.
Lehrer, Westview, Boulder, Colorado.
109.
Stroud, B. (1994). ‘Scepticism, ‘Externalism’,
and the Goal of Epistemology’, Proceedings of the Aristotelian Society
(supplementary vol.) 68, 290-307.
110.
Stroud, B. (1996). ‘Epistemological Reflection
on Knowledge of the External World’, Philosophy and Phenomenological Research
56, 345-58.
111.
Tye, M. 1995. Ten Problems of Consciousness.
Cambridge, MA: MIT Press.
112.
The
Internet Classics Archive | The Republic by Plato». classics.mit.edu.
Consultado em 25 de abril de 2016.
113.
University
of Oxford. «Oxford Living Dictionaries». Oxford Living Dictionaries. Consultado
em 28 de março de 2019
114.
Unger,
P. (1971). ‘A Defence of Skepticism’, Philosophical Review 80, 198-219.
115.
Unger,
P. (1975). Ignorance – A Case for Scepticism, Clarendon Press, Oxford, England.
116.
Unger,
P. (1984). Philosophical Relativity, Basil Blackwell, Oxford, England.
117.
Unger,
P. (1986). ‘The Cone Model of Knowledge’, Philosophical Topics 14, 125-78.
118.
Williams,
M. (1991). Unnatural Doubts: Epistemological Realism and the Basis of
Scepticism, Basil Blackwell, Oxford, England.
119.
Velmans, M. 1991. Is human
information-processing conscious? Behavioral and Brain Sciences 14:651-69.
120.
Wheeler, J.A. 1990. Information, physics,
quantum: The search for links. In (W. Zurek, ed.) Complexity, Entropy, and the
Physics of Information. Redwood City, CA: Addison-Wesley.
121.
Wilkes, K.V. 1988. - , Yishi, Duh, Um and
consciousness. In (A. Marcel and E. Bisiach, eds.) Consciousness in
Contemporary Science. Oxford: Oxford University Press.
122.
Williams, M. (1991). Unnatural Doubts:
Epistemological Realism and the Basis of Scepticism, Basil Blackwell, Oxford,
England.
123.
Williams, M. (2001). ‘Contextualism, Externalism
and Epistemic Standards’, Philosophical Studies 103, 1-23.
124.
Williamson, T. (2000a). ‘Scepticism and
Evidence’, Philosophy and Phenomenological Research 60, 613-28.
125.
Williamson, T. (2000b). Knowledge and Its Limits,
Oxford University Press, Oxford, England.
126.
Williamson, T. (2001). ‘Comments on Michael
Williams’ ‘Contextualism, Externalism and Epistemic Standards’’, Philosophical
Studies 103, 24-33.
127.
Wittgenstein, L. (1969). On Certainty, (eds.) G.
E. M. Anscombe & G. H. von Wright, (tr.) D. Paul & G. E. M. Anscombe,
Basil Blackwell, Oxford.
128.
Wright, C. (1985). ‘Facts and Certainty’,
Proceedings of the British Academy 71, 429-72.
129.
Wright, C. (1991). ‘Scepticism and Dreaming:
Imploding the Demon’, Mind 397, 87-115.
130.
Wright, C. (2000). ‘Cogency and
Question-Begging: Some Reflections on McKinsey’s Paradox and Putnam’s Proof’,
Philosophical Issues 10, 140-63.
