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domingo, 5 de junho de 2022

FÓRUM II – DISCIPLINA LIBRAS PRT 26.539.800- 2022

 


LICENCIATURA EM FÍSICA

DISCENTE CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA

SEGUNDO FÓRUM ACADÊMICO

https://ava.unifaveni.com.br/forums/topic/forum-i-psicologia-da-educacao-e-da-aprendizagem-42/

https://ava.unifaveni.com.br/forums/topic/forum-i-psicologia-da-educacao-e-da-aprendizagem-42/page/33/#post-7415364

https://ava.unifaveni.com.br/forums/forum/%e2%9e%9c-forum-2a-licenciatura-em-fisica/

https://ava.unifaveni.com.br/forums/topic/forum-ii-psicologia-da-educacao-e-da-aprendizagem-43/

https://ava.unifaveni.com.br/forums/topic/forum-ii-psicologia-da-educacao-e-da-aprendizagem-43/page/32/#post-7415851  https://ava.unifaveni.com.br/forums/topic/forum-ii-libras-38/

 

 

 

FORUM II – LIBRAS

21 DE MARÇO DE 2021 ÀS 20:57#2497635RESPOSTA

https://ava.unifaveni.com.br/forums/topic/forum-ii-libras-38/

https://ava.unifaveni.com.br/forums/topic/forum-ii-libras-38/page/21/#post-7416460

 

 

https://ava.unifaveni.com.br/wp-content/uploads/2020/08/avatar.jpg
CESAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA

Participante

CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
CURSO LICENCIATURA EM FÍSICA

SEGUNDA LICENCIATURA
DISCIPLINA LIBRA
FÓRUM II –
Participante
Professor César Augusto Venâncio da Silva
Pós-graduado em Psicopedagogia Clínica pela Universidade Estadual Vale do Acaraú –

Pós-Graduado em Neurociência pelo SISTEMA FACULDADE FAVENI.

FÓRUM II – LIBRAS

 “As nossas diferenças são a nossa força enquanto espécie e enquanto comunidade mundial.” – Nelson Mandela.

Tema Principal apresentado pela Coordenação:
Foco do Fórum II
DISICIPLINA: LIBRAS.

O Desenvolvimento da Criança Surda

Em muitos casos, os pais de crianças surdas só conseguem ter a certeza do diagnóstico quando a criança já tem entre um e dois anos de idade. O problema é que esse atraso influencia diretamente o desenvolvimento da linguagem e da aprendizagem. 

Agora imaginem o quanto é difícil para uma criança surda, que cresce convivendo apenas com pessoas ouvintes, não sabendo a Língua de Sinais. 

Sem a comunicação, a criança surda, consequentemente, torna-se marginalizada, passando a ver as coisas e pessoas ao seu redor, sem ao menos saber atribuir um nome a determinados objetos, encontrando dificuldades até mesmo para expressar suas necessidades mais básicas, como: informar uma dor ou pedir algo para comer. 

A partir dessa reflexão, dê a sua opinião sobre a necessidade de as escolas e os professores estarem preparados para receber uma criança surda na sala de aula. Comente também sobre os direitos que a criança surda possui em relação sua vida escolar.

 

O Desenvolvimento da Criança Surda.

 “Sem a comunicação, a criança surda permanece estagnada em um mundo a parte, vendo coisas e pessoas ao seu redor, sem ao menos saber atribuir um nome a determinados objetos, de uso cotidiano; encontrando dificuldades até mesmo para expressar suas necessidades mais básicas, como: informar uma dor ou pedir algo para comer. COLUNISTA PORTAL – EDUCAÇÃO – HTTPS://SITEANTIGO.PORTALEDUCACAO.COM.BR/CONTEUDO/ARTIGOS/COTIDIANO/O-DESENVOLVIMENTO-DA-CRIANCA-SURDA/65156
Diversas teses e dissertações discutem discute o uso de desenho infantil como esfera sígnica(Que tem significado.) visual promotora e facilitadora do processo de significação para a criança surda, principalmente com aquisição tardia de linguagem. Nesta evolução do pensamento se propõe destacar conceitos da Teoria Histórico-Cultural que abordam o funcionamento psíquico humano e sua constituição social, bem como o papel central da história e da cultura no desenvolvimento das funções psicológicas superiores, a partir da linguagem e da inserção da criança no circuito do simbólico. A análise de aspectos teóricos e conceituais pode fundamentar uma prática clínica e educacional comprometida com o desenvolvimento social, linguístico, cognoscitivo, interativo e simbólico necessário à constituição da criança surda, usuária da língua de sinais, como ser cujo meio de se comunicar se circunscreve a essa linguagem(Claudia Campos Machado Araújo – Linguagem e desenho no desenvolvimento da criança surda: implicações histórico-culturais – Psicologia em Estudo -2010)
Lima et al (2006) destacam que tanto a criança ouvinte como a criança surda vivenciam etapas da aquisição da linguagem oral; ou seja, tanto o Surdo quanto o ouvinte, se não receberem estímulos através de conversas, sons diversos, entre outros, podem ter problemas na aquisição da fala. Segundo Redondo & Carvalho (2000) as crianças surdas e nascidas em famílias ouvintes sofrem com a falta da estimulação, em relação à linguagem, porque os pais encontram muitas dificuldades em se comunicarem com elas. Devido à ausência de orientações e atendimentos adequados, a relação emocional com essa criança acaba por ser prejudicada.
As entidades especializadas devem contribuir com a pesquisa no sentido de avaliar e analisar a aprendizagem da criança surda na educação infantil. Para os licenciando em Pedagogia proponho instigar os estudos de forma que se contextualize, os aspectos históricos da educação do surdo, desde seus primórdios, quando surgiram algumas filosofias educacionais (Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo). Nos professores devemos ter noções de como incluir os surdos na vida social e cultural da escola, identificando os aportes legais que regem a educação dos surdos.
Infelizmente neste Fórum II não temos como promover um levantamento bibliográfico pertinente ao tema, de forma ampliada, porém devemos entender o contexto educacional da criança surda na educação infantil. Com o propósito de observar o desenvolvimento da criança surda no início da sua escolarização. Considerando o contexto escolar e familiar, para daí verificamos qual é o tipo de comunicação utilizada pela criança surda, como ela interage e socializa nas brincadeiras e na rotina da sala de aula.
Aproveito para externar meus sentimentos de respito a Coordenação do Curso de Licenciatura em Biologia, pois, ao incluir essa temática no presente Fórum II, nos mostra a importância da aquisição da língua de sinas e do desenvolvimento da linguagem no período da educação infantil, como fatores decisivos para estruturação do pensamento e desenvolvimento cognitivo.
Acompanho o pensamento de Amanda Talita de Deus quando doutrina “(…)O acesso à língua de sinais desde cedo para criança surda, proporciona o desenvolvimento da linguagem da mesma maneira que a criança ouvinte, e a falta desse acesso logo nos primeiros anos de vida, acarretará um atraso de linguagem, e consequentemente da sua aprendizagem(Amanda Talita de Deus, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas, Graduada em Pedagogia).
Responda aos seguintes questionamentos:
Em sua opinião, a escola e os professores são preparados para receber uma criança surda na sala de aula?
A realidade é que as IES privadas e públicas, as faculdades e universidades não tem preparado o profissional pra uma realidade a qual ele realmente vai se deparar dessa forma quando os profissionais se deparam com essa realidade de um criança com necessidades especial(linguagem apropriada, deficiência) ele não sabe como lhe dar com a situação em face de não ter tido uma realidade tão próxima na sua formação. Aos interessados temos alternativas para o preparo que é feito através de Cursos de Especializações.
Como é feito esse preparo?
Na perspectiva atual da educação brasileira, a Escola deve promover acesso ao ensino e permanência nela à população sem distinção em qualquer sentido, como também, formas de respeito à diversidade e às especificidades de seu alunado na significância plena de suas ações institucionais, políticas e didático-pedagógicas.
No Brasil, o decreto nº 5.626 que regulamenta a Lei 10.436, a chamada “Lei de Libras”, discorre sobre a formação e atuação de profissionais no ensino de Libras, destacando no capítulo III, no artigo 4º, inciso III que:
a formação de docentes para o ensino de Libras nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior deve ser realizada em nível superior, em curso de graduação de licenciatura plena em Letras/Libras ou Letras: Libras/Língua Portuguesa com segunda língua (BRASIL, 2005, p. 2).
Esta Lei também discorre, em seu artigo 13, sobre o ensino da modalidade escrita da Língua portuguesa como língua segunda para pessoas surdas, figurando como ação de docentes atuantes na educação infantil, no ensino fundamental e no médio, sendo eles licenciados em Letras com habilitação em língua portuguesa ou não (BRASIL, 2005). O que evidencia a importância da formação em Libras pelos diversos professores para que ela ocorra de fato.

Prejuízos causados na aprendizagem do aluno surdo pela ausência da Libras no seu processo educacional
São diversos os prejuízos causados à formação do indivíduo surdo nas variadas esferas da vida social quando não respeitadas suas especificidades que se apresentam também, de variadas maneiras. Porém, os que desencadeiam em âmbito educacional/escolar também são refletidos em outros campos, visto o convívio escolar ser o mais intenso para ele depois do familiar.

ENSINO DE LIBRAS COMO L1 PARA ALUNO SURDO NA ESCOLA REGULAR
No cerne da discussão do ensino de Surdos muito se debate que a Libras deve compor as principais ações escolares na sua educação. Mas, “é direito das pessoas surdas o acesso ao aprendizado da Libras desde a educação infantil para sua apropriação de maneira natural e ao longo das demais etapas da educação básica” (BRASIL, 2010, p. 15).
Com base na bibliografia referenciada podemos concluir, tendo como base
Um artigo original de KENO SILVA DE FREITAS COSTA, que (…)” A partir das informações levantadas concluiu-se que os prejuízos causados ao aprendizado do indivíduo surdo no sistema de ensino regular, se dá pela falta do uso da Libras no seu processo educacional; os danos são evidenciados nos campos escolar, linguístico, cognitivo e social; Desencadeiam pela falta ou pela inadequada capacitação/formação dos professores ouvintes em Língua de Sinais Brasileira que atuam em classes regulares em que têm aluno surdo; poderia ser evitado ou amenizado, houvesse maior interesse desses educadores por esse tipo de formação, o que caracteriza a importância da presença de profissionais capacitados nos ambientes escolares frente ao desafio de escolarizar Surdos”
Penso e auto afirmo que a inclusão do aluno em sala pode ser formalizada da forma, a saber:
O professor tecnicamente preparado deve sempre chamar a atenção do aluno, utilizar gestos convencionais;
Colocar o aluno surdo nas primeiras carteiras, longe de janelas e portas, para não se distrair; – Utilizar todos os recursos que facilitem sua compreensão (dramatização, mímicas e materiais visuais); etc.
Os direitos da criança surda possuem em relação sua vida escolar?
De acordo com o Decreto Federal 6.253(DE 13 DE NOVEMBRO DE 2007. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB, regulamenta a Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007, e dá outras providências) e Decreto Federal 7.611,(§ 2º No caso dos estudantes surdos e com deficiência auditiva serão observadas as diretrizes e princípios dispostos no Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.) toda a pessoa surda tem direito à educação especializada, chamada também de AEE (Atendimento Educacional Especializado), em que o aluno terá o reforço da língua portuguesa, mais aulas de Libras e demais habilidades que o auxiliarão dentro do ambiente escolar.

 

 

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Física Geral e Aplicada Disciplina: Física, Tempo e Espaço. Seminário Extra Academia. Discussões Paralelas. Direcionamento: Física Médica.

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